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segunda-feira, 11 de março de 2013

Saiba o que é preciso para fazer um intercâmbio estudantil no Japão


Sites oficiais ajudam estudantes a buscar as melhores oportunidades

Em relação ao Brasil, o Japão fica localizado geograficamente do outro lado do globo terrestre, a uma distância de aproximadamente 20 mil quilômetros. Além da cultura oriental, que se distingue da ocidental em muitos aspectos, e da língua, há a questão da diferença do fuso horário, que é de 12 horas. Mesmo assim, estudar na Terra do Sol Nascente, como também é conhecido o país, vem se tornando uma oportunidade atraente para muitos jovens.

Mas por onde começar a angariar uma bolsa de estudos em uma universidade japonesa? Segundo dados do Consulado Geral do Japão, cada instituição de ensino japonesa tem o seu próprio critério de admissão. O candidato que deseja estudar por conta própria poderá, primeiramente, pesquisar no site oficial de bolsas de estudos no Japão (em inglês), e procurar a universidade e o curso desejados. O site informa, detalhadamente, como realizar o intercâmbio no Japão, apresentando várias modalidades de estudo.

Se preferir, caso o estudante resida no Rio de Janeiro, é possível ir pessoalmente ao Centro Cultural Informativo do Japão, onde são disponibilizados guias e prospectos de universidades. No site do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, é possível ter acesso a informações sobre as bolsas da Fundação Japão e do Jet Programme, abreviatura de Japan Exchange and Teaching Programme (Programa Japonês de Intercâmbio e Ensino), no qual jovens estrangeiros são convidados a atuar nas repartições públicas dos governos locais. O intuito é promover o enriquecimento do ensino das línguas estrangeiras e o intercâmbio cultural. Quanto às bolsas oferecidas pelo Governo do Japão, o candidato pode consultar a relação de documentos no endereço http://www.rio.br.emb-japan.go.jp/bolsas/bolsas.htm.

No que diz respeito à necessidade de tradução de toda a documentação levantada pelo aluno do português para o japonês, o consulado recomenda que os candidatos que farão o intercâmbio por conta própria pesquisem as exigências de cada universidade. Já os estudantes que obtiverem bolsas de estudos por meio do Consulado Geral do Japão não precisam apresentar os documentos traduzidos por tradutor oficial. Para informações sobre tradutores, juramentados ou não, basta entrar em contato com Centro Cultural Informativo do Japão pelo telefone (021) 2240-2383.

Outra dúvida frequente para quem deseja estudar no Japão é referente ao idioma. Afinal, é preciso saber falar japonês para se candidatar a um intercâmbio? Conforme informa a assessoria do Consulado Geral do Japão, o domínio do japonês não é imprescindível, já que o bolsista deverá cursar este idioma antes de entrar na faculdade. Já para a bolsa de graduação na área de Humanas, o conhecimento de japonês faz parte do critério de seleção. Uma vez por ano, é realizada no Brasil e no mundo uma prova de proficiência em língua japonesa, chamada Noryoku Shiken, que deve ser anexada à documentação quando necessária.


Fonte: Globo Universidade

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

COMPERVE divulga normas para Exame de Proficiência 2013


O Núcleo Permanente de Concursos (COMPERVE) divulga normas e o período de inscrições para o Exame de Proficiência em Língua Estrangeira. As inscrições acontecem no período de 11 a 25 de março, através da página eletrônica http://www.comperve.ufrn.br.

O Exame pode ser feito por pessoas que pretendem ingressar ou alunos que já ingressaram em cursos de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e de qualquer outra universidade, de acordo com as regras dos programas a que pertencem, e para alunos estrangeiros que estudam no Brasil.

Para se inscrever, o candidato deve possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento de identificação e preencher todos os campos do formulário de inscrição, além de efetuar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 50.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3211-9203 ou através do link: http://www.comperve.ufrn.br/conteudo/proficiencia/20131/informacoes.php.

Fonte: Agecom/UFRN

Can children teach themselves?

By Fred Guterl
February 27, 2013

Sugata Mitra gave street kids in a slum in New Delhi access to a computer connected to the Internet, and found that they quickly taught themselves how to use it. This was the moment he says he discovered a new way of teaching.

Sugata Mitra

He calls it the grandmother technique, and it goes like this: expose a half dozen or so kids to a computer, and let them have at it. The only supervision required is an adult to listen the kids brag about what they learn. It’s the opposite, he says, of the disciplinary ways of many parents—more like a kindly grandmother, who rewards curiosity with acceptance and encouragement. And it is a challenge to the past century and a half of formalized schooling.

Since this first experience in 1999, Mitra has been working to extend the notion of self-organized learning to address the needs of poor children, especially in developing countries, who have little or no educational resources. He is convinced that school children can teach themselves just about anything—that they can achieve educational objectives without formal direction. For these kids, formal education, at least as practiced in the U.K., where he is professor of educational technology at Newcastle University, is of little help.

His ideas, however, have implications for formal education in the west, too. Mitra doesn’t have kind words for English schooling, which he says is better suited to the needs of the British empire than the age of Twitter. England ran three quarters of the globe through a vast bureaucracy that relied on the ability of clerks to write letters and tally spreadsheets by hand. Competency in reading, writing and arithmetic was paramount, and formal classroom teaching was the best way to instill the three Rs. But as the tools of education have changed radically, schooling hasn’t.  The British system, he says, “was a phenomenal achievement, but it’s out of date. It’s not needed.”

The question is, what is needed—or what will be needed in the future? Mitra thinks self-organized learning will be an important part. “There may be 10 different ways to do this. I believe I have touched on one of the ways.”

Last night Mitra won the $1 million TED Prize for his work. He will use the money to establish a lab in New Delhi that will put his ideas of a “School in the Cloud” to the test. The lab will be set up as a kind of cyber café, where 48 kids at any one time can go to learn English, considered in India to be key to any child’s future. Volunteer “grandmothers”—retired school teachers, for the most part—will participate via Skype to lend guidance. The cyber café will serve as a lab to see how self-organized learning can be scaled globally. “I want to see if this is feasible,” he says. “What are the technical problems, what are the management problems? If it works, we’ll have a technique that will level the playing field, and that is the big missing piece.”

Self-organized learning is potentially disruptive to traditional education in the west, and in talking about it Mitra has alienated some teachers. For now, he’s keeping to the developing world, and to the teaching of English.

His long-term ambitions go further, however. “My agenda,” he says, “is to see how far this can go.”

Source: Scientific American

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Veja como tirar o certificado de proficiência em inglês


Os exames de proficiência em inglês são feitos por milhões de pessoas em todo o mundo, nativas de países onde o idioma não é oficial. Usados como forma de comprovação de domínio do idioma, eles são requisito obrigatório para acesso a universidades -- de países anglófonos ou não --, empresas e, atualmente, começaram a ser exigidos por consulados.

Toefl, Ielts e CPE são os exames mais usados pelas instituições de fora. Veja onde fazer as provas no Brasil, e como se preparar para elas.

De acordo com um relatório de 2008 do British Council, entidade do governo britânico que atua internacionalmente na área da educação, 53% dos cursos internacionais em universidades de países com outro idioma oficial é oferecida em inglês, para atrair estudantes de outras partes do mundo.

Atualmente, os exames de maior prestígio, e aceitos pelo maior número de instituições, são o Test of English as a Foreign Language (Toefl), o International English Language Testing System (Ielts) e o Certificate of Proficiency in English (CPE). Com taxas que variam entre R$ 440 e R$ 550 (os valores são reajustados periodicamente), eles foram criados por instituições dos Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.

No Brasil, os três são aplicados em boa parte dos estados com uma frequência que varia entre duas ou três vezes por mês a três vezes por semestre. Apesar de diversas escolas de idiomas terem criado cursos preparativos para eles, nenhum exame exige a conclusão de um curso prévio. Os conhecimentos dos estudantes são avaliados apenas segundo o resultado das provas.

Veja abaixo detalhes sobre cada um dos principais exames de proficiência em inglês, entenda como cada um pode ser usado e saiba onde se inscrever:

Test of English as a Foreign Language (Toefl)

O Toefl é um dos exames de proficiência em inglês mais conhecidos no Brasil e no mundo. Ele já foi administrado mais de 20 milhões de vezes desde sua criação, em 1964. O Toefl é desenvolvido pela ETS, uma instituição sem fins lucrativos dos Estados Unidos dedicada à pesquisa e testes educacionais.

Aceito em mais de 6.000 instituições de ensino em 180 países, é o exame mais requisitado nos Estados Unidos, mas recentemente passou a ser aceito por países que tradicionalmente usam exames britânicos, como o Reino Unido e a Austrália. Segundo a ETS, 110 países aceitam o exame no processo de emissão de vistos.

O exame do Toefl custa US$ 210 e é composto de quatro provas (compreensão de texto, compreensão auditiva, exame oral e exame escrito), com duração de cerca de quatro horas.

Os candidatos fazem a prova diretamente no computador, nas salas de aula de instituições credenciadas, no modelo Toefl iBT (internet based test, ou teste baseado na internet).

O Toefl também aplicava a versão em papel no Brasil, mas ela foi descontinuada em maio deste ano, e totalmente substituída pela versão digital, criada em 2005 e gradualmente implantada pelo mundo.

No Brasil, o Toefl é aplicado com uma frequência de duas e três vezes por mês. Não há prazo para a inscrição, mas é recomendável se inscrever com cerca de um mês e meio de antecedência. Segundo a ETS, o resultado é divulgado cerca de 15 dias úteis após a realização do teste.

O resultado final varia de 0 a 120 pontos, sendo que a nota é composta da soma de cada uma das quatro habilidades, que variam de 0 a 30 pontos. Quem define a nota mínima no teste é a instituição que exige o Toefl como comprovação de proficiência no idioma.

TEST OF ENGLISH AS A FOREIGN LANGUAGE (TOEFL)
Informações
Formato da prova
QUEM APLICA: ETS, instituição dos EUA sem fins lucrativos
COMPREENSÃO DE TEXTO: entre 60 e 100 minutos
FREQUÊNCIA: entre duas e três vezes ao mês
COMPREENSÃO AUDITIVA: entre 60 e 90 minutos
CUSTO: US$ 210 (última atualização em junho de 2012)
EXAME ORAL: 20 minutos
ONDE FAZER A PROVA: veja a lista de centros autorizados
EXAME ESCRITO: 50 minutos
Fonte: ETS (veja o site oficial)


International English Language Testing System (IELTS)

O International English Language Testing System (Ielts) existe desde 1989 e serve para testar a real habilidade de comunicação em inglês de um candidato por meio de quatro habilidades linguísticas com contexto real.

Todos os anos, o Ielts é feito por aproximadamente 1,4 milhão de pessoas em dezenas de países. Ele foi desenvolvido pelo British Council em parceria com a Universidade Cambridge e o Ielts Australia. Em 2012, o preço do exame é de R$ 440. O Ielts é aplicado no Brasil apenas pelo British Council em 16 cidades de todas as partes do país.

São quatro provas, feitas todas no mesmo dia: interpretação oral (30 minutos), interpretação de texto (60 minutos), redação (60 minutos) e conversação (15 minutos).

O Ielts não reprova nem aprova quem faz o exame. A nota varia de 0 a 9 e cada instituição determina a nota mínima exigida de seus candidatos. O Ielts não tem validade, porém, a maioria das instituições segue a recomendação de aceitar apenas exames realizados até dois anos antes da seleção.

Atualmente, 6.000 instituições -- 2.000 delas são universidades dos Estados Unidos, incluindo todas de maior prestígio -- aceitam o Ielts como comprovação de proficiência em inglês. Os governos do Reino Unido, Austrália, Canadá e Nova Zelândia também reconhecem o exame em seus processos de imigração.

INTERNATIONAL ENGLISH LANGUAGE TESTING SYSTEM (IELTS)
Informações
Formato da prova
QUEM APLICA: A prova é aplicada pelo British Council, órgão ligado ao governo britânico
INTERPRETAÇÃO ORAL:duração de até 30 minutos
FREQUÊNCIA: o Ielts é aplicado em média uma vez por mês, em diferentes cidades brasileiras
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO:duração de até 60 minutos          
CUSTO: a taxa de inscrição para o exame do British Council é de R$ 440 (última atualização em julho de 2012)
REDAÇÃO:duração de até 60 minutos
ONDE FAZER A PROVA: veja a listados locais de prova
CONVERSAÇÃO: 15 minutos
Fonte: British Council (veja o site oficial)


Certificate of Proficiency in English

O Certificate of Proficiency in English (CPE) é um exame do Cambridge que, além de ser usado para fins acadêmicos, como o Ielts, também é requisitado na área profissional.

O exame é desenvolvido pela Cambridge Esol (English for Speakers of Other Languages, ou Inglês para Falantes de Outros Idiomas), instituição ligada à Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Ele foi aplicado pela primeira vez há quase um século, em 1913.

O formato atual da prova contém quatro tarefas distintas: leitura e uso do inglês (90 minutos), escrita (90 minutos), compreensão auditiva (40 minutos) e conversação (prova de 16 minutos feita em duplas ou trios).
São aprovados os candidatos que acertarem 60% das questões. O certificado do CPE não tem validade, mas algumas instituições podem rejeitar resultados muito antigos.

O CPE é aceito como comprovação de proficiência em inglês tanto por instituições acadêmicas, como a Universidade de Cambridge, quanto por empresas, como a Coca-Cola, e até governos (veja a lista).

Atualmente, mais de 60 unidades de várias redes de escolas de inglês no Brasil estão credenciadas para aplicar o CPE. Ele é realizado no país em média três vezes por semestre, em geral nos meses de maio, junho, novembro e dezembro. O valor da inscrição varia de centro para centro, na faixa de R$ 450 a R$ 550.

CERTIFICATE OF PROFICIENCY IN ENGLISH (CPE)
Informações
Formato da prova
QUEM APLICA: criado pela Cambridge Esol, ligada à Universidade de Cambridge
LEITURA E USO DO INGLÊS: duração de até 90 minutos
FREQUÊNCIA: o CPE é aplicado em média três vezes por semestre no Brasil
EXAME ESCRITO:duração de até 90 minutos
CUSTO: entre R$ 450 e R$ 550 (última atualização: junho 2012)
COMPREENSÃO AUDITIVA: duração de até 40 minutos
ONDE FAZER: mais de 60 centros estão autorizados a aplicar o CPE (veja a lista)
CONVERSAÇÃO: prova feita em duplas ou trios, duração de 16 minutos
Fonte: Cambridge Esol (visite o site oficial)


Fonte: G1 Educação

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Por que seu filho deve aprender inglês?

O inglês está em todo lugar. No nome de lojas e de produtos, nas músicas que tocam nas rádios, nos programas que assistimos na televisão e, claro, na internet... E isso não acontece só no Brasil. O mundo atual, ou pelo menos o mundo ocidental, está conectado por meio da língua inglesa e saber se comunicar nesse idioma pode ser decisivo para a vida profissional - e até pessoal - de seu filho no futuro. "O inglês assumiu uma importância enorme. Tornou-se a língua de referência para a comunicação, tanto para negócios, quanto para lazer", diz Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz, em São Paulo.


Descubra por que aprender a língua inglesa é importante para a formação do seu filho

Você ainda tem dúvidas sobre seu filho aprender uma segunda língua? E por que optar pelo inglês? Esta matéria ajuda a responder algumas dessas questões!

Qual a importância de uma segunda língua?

"Só de aprender outro idioma, a pessoa ganha em seu desenvolvimento mental", diz Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz. A aprendizagem ajuda a desenvolver a criatividade e o raciocínio, melhora a concentração e as habilidades de memória. As crianças que aprendem um segundo idioma têm mais facilidade de aprender novos idiomas, pois o cérebro já conheceu outras possibilidades de estruturar frases. "O maior privilégio do aluno é a possibilidade de ter contato com outras culturas e se comunicar com indivíduos que não falam a sua língua. Tudo isso, sem a necessidade de viajar", completa Rita.

Por que Inglês é tão importante?

O inglês é hoje o idioma mais utilizado para a comunicação intercultural. É a língua do mundo globalizado, da internet e das redes sociais. Isso é o que diz Lizika Goldcheleger, gerente do departamento acadêmico da escola Cultura Inglesa. "O inglês permite a comunicação com pessoas de outros países e proporciona maior acesso à cultura e ao lazer", comenta Paula Giannini Corrêa de Mello, coordenadora pedagógica geral do Red Balloon, escola de idiomas de São Paulo. Além disso, falar e escrever em inglês tornou-se um pré-requisito para muitos empregos e oportunidades de estudo.

A chegada da Copa e das Olimpíadas no país também deve estimular a população a buscar o inglês para se comunicar com os estrangeiros. "O próprio governo precisa dar mais importância ao assunto, oferecendo maneiras de instrumentalizar as mais diversas classes sociais", diz Rita Botter, do Vera Cruz.

Existe hora certa para começar a aprender Inglês?

Não há uma idade ideal para aprender uma segunda língua. O mais importante não é quando, mas como. "Não adianta a criança aprender cedo, se as condições não forem adequadas. O aprendizado não é simples e os pais precisam entender que o investimento é de longo prazo", diz Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz.

Respeitar o ritmo de cada aluno também é crucial. Não há um tempo padrão para aprender. "No entanto, é preciso que fique claro que não se aprende uma língua em apenas um ou dois anos", diz Rita. A aquisição de uma língua estrangeira deve ocorrer de uma forma gradativa e constante.

"As crianças nascem prontas para desenvolver muitas habilidades, entre elas a linguagem", diz Paula Giannini Corrêa de Mello, coordenadora pedagógica geral do Red Balloon. As que começam cedo teriam mais facilidade de aprender inglês sem sotaque, dominando a língua com fluência e desenvoltura.

Há uma maneira certa de aprender em cada idade?

Sim. É importante ressaltar que a maneira de aprender outra língua é diferente para cada idade. Uma criança muito pequena, por exemplo, pode não estar pronta para aprender regras gramaticais. Mas mesmo assim, já consegue desenvolver compreensão oral e pronúncia.

Existem vários métodos para o ensino de uma segunda língua. Porém, algumas ações facilitam o aprendizado, principalmente das crianças: o curso precisa ser lúdico, e deve ser uma experiência prazerosa. E as atividades devem ser muito variadas: jogos, brincadeiras, histórias, desenhos, vídeos etc.

Quanto tempo leva para dominar a língua?

Isso depende muito do objetivo de cada aluno. Para alguns, conversar fluentemente sobre assuntos do dia a dia é suficiente, portanto, não demandará muito tempo de estudo. Porém, se o desejo é ter fluência para discutir assuntos abstratos, será necessário não apenas um tempo maior de estudo, mas uma maior maturidade cognitiva, emocional e social.

O que os pais precisam saber sobre o curso de Inglês?

O mais importante é conhecer a proposta pedagógica do curso. "Ela deve respeitar a faixa etária e o nível de inglês da criança", conta Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz.

Também é legal saber mais sobre os professores. Além do conhecimento na língua inglesa, é interessante que eles tenham uma especialização na área educacional/pedagógica. "Os pais não costumam se informar sobre isso, e dão pouco valor ao quesito ‘educador’. Mas toda aula é crucial na formação pessoal do aluno", diz Rita. Para ela, o que menos conta são as experiências de um professor no exterior.

Como os pais podem ajudar no aprendizado de seu filho?

O envolvimento dos pais tem uma influência enorme no aprendizado do filho. O ideal é que os pais mostrem interesse e ajudem com as tarefas somente quando necessário. É importante que as próprias crianças façam as atividades.

Reagir positivamente a qualquer manifestação da criança em inglês também é importante. Isso motiva e ajuda a criança a se sentir segura, e não inibida. A educadora alerta para o efeito negativo de pais que pedem para seus filhos traduzirem textos ou que testam seus conhecimentos na língua.

Como alternativa, vale a pena incentivar a prática do inglês por meio da leitura de livros, revistas, pesquisa em websites, filmes, seriados e músicas. E, é claro, quando possível, vale a pena investir em viagens internacionais ou em contatos com estrangeiros.


Fonte: Revista Educar para Crescer